A ferritina é a proteína de armazenamento de ferro do corpo com um papel crítico na homeostase do ferro. A proteína isenta de ferro, apoferritina (MW 450 kDa) é constituída por 24 subunidades, monómeros pesados ácidos (H, MW 21,0 kDa) e leves fracamente básicos (L, MW 18,5 kDa), formando um invólucro que retém o ferro férrico sob a forma de ferrihidrite. As isoferritinas básicas são responsáveis pela função de armazenamento de ferro a longo prazo e são principalmente detectáveis no fígado, baço e medula óssea humanos. A ferritina sérica está correlacionada com o armazenamento de ferro disponível no organismo. A ferritina é também utilizada como marcador de perturbações de sobrecarga de ferro e de anemia por deficiência de ferro.
Princípio do ensaio
O ensaio Diazyme Ferritin baseia-se num ensaio imunoturbidimétrico reforçado com látex. Quando ocorre uma reação antigénio-anticorpo entre a ferritina na amostra e os anticorpos antiferritina conjugados com partículas de látex, ocorre aglutinação. Esta aglutinação é detectada como uma alteração da absorvância (560 nm), sendo a magnitude da alteração proporcional à quantidade de Ferritina na amostra. A concentração real é então determinada a partir de uma curva de calibração preparada a partir de calibradores de concentrações conhecidas.
Utilização prevista
O Ensaio Diazyme Ferritin destina-se à determinação quantitativa da ferritina em soro humano, plasma K2EDTA e plasma de heparina de lítio no analisador Hitachi 917. Apenas para utilização em diagnóstico in vitro.
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